Catopês de Montes Claros se despedem de um dos seus personagens históricos – o carroceiro e tratador de burros Tonão.

A Festa dos Catopês, a mais importante manifestação cultural de M. Claros, e que se aproxima dos 200 anos, a festa este ano não terá a presença de um dos dançantes que nos últimos mais de 70 anos jamais faltou. Partiu nesta madrugada, às 5h, o carroceiro Tonão, de presumíveis 80 anos, embora seu documento registre pouco menos.

HISTÓRICO 
Tonão vinha internado, num quadro de complicações respiratórias. Além de Catopê histórico, irmão de João Faria que o antecedera na partida por 3 anos, Tonão era carroceiro.

BURRO 
Consta que nos tempos mais difíceis da vida, quando a renda do dia não cobria todas as despesas, Tonão reservava o primeiro dinheiro para alimentar o burro de sua carroça, explicando que dali vinha o sustento de todos.

ENQUANTO
Os Catopês, Marujos e Caboclinhos estão consternados, a duas semanas de percorrerem as ruas na sua trajetória bicentenária. Hoje ainda, nos ensaios marcados, homenagearão o velho companheiro, enquanto o corpo seguir em visitação, em casa, na Vila Telma.

TRATADOR
O carroceiro Tonão, cuja generosidade era parelha com sua imensa mão de tratador de burros, Tonão é um dos personagens mais fotografados de toda a já longa história dos Catopês.

ARRETIRADA
Como último pedido, o carroceiro doou suas córneas. Todos os ternos de Catopês, Marujos e Caboclinhos se organizam para cantar o “A retirada, A retirada, eh meus camaradas…” amanhã, no sepultamento, caso seja em M. Claros. Contudo, Tonão pediu para ser sepultado nos arredores de Glaucilândia, no Pé do Morro, onde nasceu. 

TRADIÇÃO 
Filhos e netos de Tonão e do irmão João Faria, também carroceiro e mais novo do que ele, já substituem os dois irmãos no Terno de Nossa Senhora do Rosário. A tradição da família nas Festas de Agosto é das mais antigas, passada através de sucessivas gerações. 

DEUS
Há poucos anos, no enterro de João Faria, a quem cedeu a liderança do grupo, Tonão encerrou a cerimônia ao pronunciar bem alto, comovido um “vá com Deus, meu irmão!”. Os Catopês se despediam, e o silêncio foi duradouro, solene, até que todos se retiraram.

HISTÓRICO 
Tonão vinha internado, num quadro de complicações respiratórias. Além de Catopê histórico, irmão de João Faria que o antecedera na partida por 3 anos, Tonão era carroceiro.

BURRO 
Consta que nos tempos mais difíceis da vida, quando a renda do dia não cobria todas as despesas, Tonão reservava o primeiro dinheiro para alimentar o burro de sua carroça, explicando que dali vinha o sustento de todos.

ENQUANTO
Os Catopês, Marujos e Caboclinhos estão consternados, a duas semanas de percorrerem as ruas na sua trajetória bicentenária. Hoje ainda, nos ensaios marcados, homenagearão o velho companheiro, enquanto o corpo seguir em visitação, em casa, na Vila Telma.

TRATADOR
O carroceiro Tonão, cuja generosidade era parelha com sua imensa mão de tratador de burros, Tonão é um dos personagens mais fotografados de toda a já longa história dos Catopês.

ARRETIRADA
Como último pedido, o carroceiro doou suas córneas. Todos os ternos de Catopês, Marujos e Caboclinhos se organizam para cantar o “A retirada, A retirada, eh meus camaradas…” amanhã, no sepultamento, caso seja em M. Claros. Contudo, Tonão pediu para ser sepultado nos arredores de Glaucilândia, no Pé do Morro, onde nasceu. 

TRADIÇÃO 
Filhos e netos de Tonão e do irmão João Faria, também carroceiro e mais novo do que ele, já substituem os dois irmãos no Terno de Nossa Senhora do Rosário. A tradição da família nas Festas de Agosto é das mais antigas, passada através de sucessivas gerações. 

DEUS
Há poucos anos, no enterro de João Faria, a quem cedeu a liderança do grupo, Tonão encerrou a cerimônia ao pronunciar bem alto, comovido um “vá com Deus, meu irmão!”. Os Catopês se despediam, e o silêncio foi duradouro, solene, até que todos se retiraram.

Fonte e Fotos: MontesClaros.com

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