A CPI Fura-Filas volta a se reunir na quinta-feira (06/05) para ouvir esclarecimentos do Ex-Secretário Adjunto de Estado de Saúde, Luiz Marcelo Cabral Tavares, que para prestar depoimento na condição de investigado.

Os depoimentos contraditórios da Ex-Assessora de Comunicação da Secretaria de Estado de Saúde, Virgínia Cornélio, e da diretora de Vigilância de Agravos Transmissíveis da Pasta, Janaina Fonseca, marcaram a reunião da CPI Fura-Filas, nessa terça-feira.  As duas investigadas não entraram em acordo sobre quem era responsável por definir a prioridade dos servidores a serem vacinados na pasta.

A Ex-Assessora-Chefe de Comunicação Social da Secretaria de Saúde, Virgínia Cornélio, assumiu ter tomado às duas doses do imunizante, nos dias 19 de fevereiro e nove de março. Ela também foi a responsável pela elaboração da lista de pessoas vacinadas do setor. E disse que preencheu o formulário conforme orientação superior, mas sem definir prioridades.

O depoimento dado por ela contradisse o da outra investigada e que também prestou esclarecimentos, nessa terça-feira:  A diretora de Vigilância de Agravos Transmissíveis, Janaína Fonseca. A diretora também foi apontada pela Subsecretária de Vigilância em Saúde, Janaína Passos, como a responsável em analisar as listas dos servidores enviadas por todas as chefias. A diretora Janaína Fonseca afirmou que não tinha competência de fazer triagem avaliativa ou questionamentos sobre o porquê de uma pessoa ser incluída na lista de vacinação.

Janaína Fonseca também foi questionada sobre os motivos da vacinação dos servidores da pasta lotados na capital não ter sido feita pela prefeitura de BH. Segundo ela, a ordem informal veio do gabinete do Secretário de Estado de Saúde. Para o Presidente da CPI, Deputado João Vitor Xavier, do CIDADANIA, essa informação confirma o fura-fila na Secretaria de Saúde.

A CPI Fura-Filas da Assembleia Legislativa volta a se reunir na quinta-feira (06/05), para ouvir esclarecimentos do Ex-Secretário Adjunto de Estado de Saúde, Luiz Marcelo Cabral Tavares, que para prestar depoimento na condição de investigado.

Fonte: https://www.almg.gov.br/

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